O que uma tradução precisa explicar
Texto: When a term travels, de Alison Specht, Shelley Stall, Jeaneth Machicao, Thibault Catry, Marc Chaumont, Romain David, Rodolphe Devillers, Rorie Edmunds, Robin Jarry, Laurence Mabile, Nobuko Miyairi, Margaret O’Brien, Pedro Pizzigatti Correa, Solange Santos, Gérard Subsol e Lesley Wyborn
Unidade de nível C2 da trilha Leitura: avaliar o que uma tradução de um conceito preserva ou apaga e escrever uma glosa que explicite a escolha. São 363 palavras de texto real (adaptado e simplificado), três questões de compreensão e três frases de prática.
O que você vai praticar
Tema do roteiro: O que a tradução tornou invisível.
- different meanings
- sentidos diferentes para quem diz e para quem recebe
- already settled
- já consolidado: o que a fluência pode sugerir indevidamente
- recognisable form
- forma reconhecível, sem implicar uso consagrado
- would leave the scope open
- deixaria o alcance em aberto
- suggests a requirement
- sugere uma obrigação que a escolha de palavras pode introduzir
Vocabulário de apoio
- settled
- consolidado, já estabelecido
- checklist
- lista de verificação
- readily understood
- entendido com facilidade
- phonetic rendering
- transcrição que aproxima o som
- catch on
- pegar, passar a ser usado
- endorses
- endossa, apoia publicamente
- gloss
- glosa, nota curta que esclarece um sentido
Como a unidade funciona
- Antes de ler. num manual, você encontra a expressão Digital Presence. Em português, quando uma tradução literal precisaria de uma explicação?
- Ler. 363 palavras, com cronômetro opcional, glossário e notas no texto.
- Entender. três questões sobre o texto.
- Praticar. três frases novas com o que a unidade ensina.
- Pensar. duas perguntas para responder por escrito.
O texto e a licença
Adaptado e simplificado de Managing linguistic obstacles in multidisciplinary, multinational, and multilingual research projects, de Alison Specht, Shelley Stall, Jeaneth Machicao, Thibault Catry, Marc Chaumont, Romain David, Rodolphe Devillers, Rorie Edmunds, Robin Jarry, Laurence Mabile, Nobuko Miyairi, Margaret O’Brien, Pedro Pizzigatti Correa, Solange Santos, Gérard Subsol e Lesley Wyborn (PLOS ONE, 2024).
O que mudou em relação ao original
Adaptação dos parágrafos da introdução sobre tradução de conceitos e da seção sobre adoção do termo Digital Presence. Condensa os casos francês e japonês, preserva o motivo relatado para a grafia japonesa e separa compreensão de adoção. A abertura do quarto parágrafo resume uma ideia da introdução do artigo. O exemplo final de glossário em português e as avaliações das duas redações foram escritos para esta lição e estão marcados. A grafia em katakana aparece pela transcrição que o artigo dá entre parênteses (dejitarupurezensu). Exclui figuras, tabelas, referências, demais casos e arquivos suplementares.
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